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segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Faz questão de falar comigo...

Se não bastasse tê-lo visto na hora do almoço numa saidinha rápida que dei do prédio para ir a farmácia. Também o vi no ponto da van, mesmo tendo ido em outro horário.

Cheguei no ponto e ele já estava. Eu parei há poucos centímetros dele mas não o comprimentei. Senti que ele ficou incomodado e tive a sensação de que cochicharam sobre mim. E ele resolveu jogar lixo na lixeira, que estava na minha frente, e me comprimentou.

Meu Deus me ajude. Tantas perguntas sem resposta.

Amanhã vou comprar o livro do Padre Marcelo sem falta. Tenho pensado nisso há dias mas falta coragem para bater perna nesse calor. Quem sabe não me ajude a acalmar meu coração.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Parece brincadeira...

No primeiro dia já encontro com o dito cujo. Vou pirar! PQP! Peguei o ônibus mais tarde, vim numa boa, desci no ponto e comecei a caminhar tranquilamente até o trabalho e quando de repente dou de cara com quem?! Estava tomando café. Disfarcei muito bem, fingi que não vi, mas senti que ele me acompanhou com o olhar. Porque? Já pensei em tanta coisa. Será tímido? Será que tem vergonha de mim? Nessas horas queria ser dessas mulheres que tomam a iniciativa, mas não sou assim.

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Chega!

Essa é a última vez que falo desse assunto aqui. Até porque não estou a fim de ser amiguinha de ninguém e nem de ficar falando sempre a mesma história e nada mudar.

Na ida não o vi e na volta achei que também não fosse vê-lo porque saí mais cedo do trabalho, mas como era niver de Papy e estava levando o bolo para os parabéns peguei a primeira van, a do amigo dele. Ele não estava no ponto mas veio conosco e fez questão de falar comigo quando entrou e quando eu desci.

A partir de amanhã não pretendo pegar o ônibus no horário dele e nem pretendo pegar a van das 18h, então só por coinscidência para nos encontrarmos. Chega! Cara maluco!

Quer alguma coisa? Chega e fala de forma objetiva. Não quer? Vai andar.

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Tanta expectativa pra nada

Desde sexta estava na expectativa de vê-lo, pedir desculpas e agradecer, mas só hoje consegui falar com ele. Não foi do jeito que eu queria, mas foi o que foi possível. E foi frustrante!

Para começar precisei correr para pegar o ônibus no horário dele, porque cada dia que passa tenho saído mais tarde de casa. Peguei, sentei no canto, como sempre faço, e esperei que ele entrasse. Ele pega uns 4 pontos depois de mim.

Ele entrou, me viu, me comprimentou e se sentou no banco da ponta, do outro lado do corredor, na minha direção. Putz! Não poderia ter sentado do meu lado? Facilitaria!
A minha intenção era convidá-lo para se sentar comigo, o que não fiz.

Como não tinha ninguem do meu lado, resolvi puxar conversa e comecei perguntando se foi fácil pegar condução naquele dia. E a conversa prosseguiu da seguinte forma:

Que dia?
O da chuva.
Anh, fui andando. Não estava muito longe de casa.
Eu ainda tive que esperar um pouco pela minha irmã.
Mas foram te buscar né?
Sim. Demorou um pouco e ainda tive que caminhar um pouco também, mas a Rogéria foi me buscar sim. Desculpa não ter te dado carona.
Eu deixei aquela moça no ponto e um outro rapaz. Eles iam pegar um ônibus e eu fui andando mesmo.
Nunca passei por nada igual. Estava desesperada. Não costumo andar com esse motorista mas estava doida para chegar a casa, e acabei pegando a van dele.
Também não gosto muito dele mas até ando.
Não sei se você é sempre calmo assim mas o fato é que você me ajudou bastante. Obrigada!
Procurei manter a calma e ajudar aos outros. Nada demais! Só estava preocupado mesmo era com o terno. Só isso.

Fiquei passada ouvindo isso. Como pode uma pessoa num momento daquele se preocupar com um terno. Quanto custa um terno? Putz! Aí me lembrei que na ocasião ele falou do terno e do sapato mas achei que fosse sacanagem e, pelo visto, não era. E a conversa continuou:

E perdeu o terno?
Não. Já tinha pouca água quando descemos.
Que bom!

Sentou um rapaz do meu lado e paramos de conversar.

Quando fui levantar para descer, ele ainda não tinha se levantado, dei um sorriso e levantei. Levantou uma menina atrás de mim e depois ele. Descemos no mesmo ponto. Ele não fez questão de me alcançar e eu que não ia olhar para trás né. Fizemos o mesmo caminho. Eu na frente e ele atrás. E foi isso...

O que eu senti? Nem sei explicar! Fiquei tão passada com a falta de sensibilidade dele e com o "tumtitum" que ele estava ouvindo, e alto no fone de ouvido, àquela hora da manhã, que nem sei. Senti um alivio. Não doeu. Estranho!

É hoje

Acordei as 03:40h para ir ao banheiro e não consegui voltar a dormir. A cabeça voaaaaaa

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Não estou me reconhecendo...

Meu Deus, daqui algumas horas será terça. Pedi tanto para chegar logo terça-feira e agora estou tensa, nervosa, apreensiva, com dor de barriga e querendo voltar no tempo. Socorro!

Agorinha mesmo quase tive um treco quando vi que alguem tinha me adicionado no Face. O coração foi a mil nos poucos segundos que demorou até eu ver quem era - não era ele. Putz!

Volta a turbulência

O fim da tarde vem chegando e, consequentemente, o fim do dia e o coração volta a bater num ritmo acelerado. Esta me dando calafrio só de pensar que amanhã é terça e que novamente vou ter a chance de me desculpar e de agradecer, mas porque isso me inquieta tanto? Qualquer coisa que envolva ele me inquieta, seja um simples "oi" ou "bom dia". Me sinto como uma adolescente descobrindo seu primeiro amor. Muito doido! Acho que estou apostando todas as fichas nessa conversa e agradecer só vai ser motivo para o início da conversa. Mas se eu não tiver a oportunidade de falar com ele? Se não conseguir falar com ele a sós? Se ele não me der papo? Se, simplesmente, eu não conseguir falar? Se eu tiver entendido tudo errado? O que vai ser de mim? Não sei responder a tantas perguntas. Deus me ajuda! Acho que mereço ser feliz!

domingo, 19 de janeiro de 2014

Calmaria

Ontem o coração estava apertado, doído, sofrendo e escrever aqui já fez um bem danado a ele e hoje ter ido a missa o deixou ainda mais tranquilo. Deus sabe e vê tudo. Está nas mãos d`Ele. Se tiver que ser vai ser. Mas decidi que vou agradecer e pedir desculpas, sem que isso dependa de algo mais. Agora é esperar terça-feira. Por sorte os dias estão passando rápido.

sábado, 18 de janeiro de 2014

Coração dói

Desde que te conheci não consigo tirar você da cabeça. Também fica difícil te vendo todos os dias (ou quase todos) nas idas e vindas do trabalho. Amor a primeira vista, será que existe?
Quando você esta sozinho percebo olhares em minha direção, tentativa de se aproximar, puxar conversa, é tão prestativo, tão Homem, tão do jeito que eu gosto, mas não consigo ser natural com você, me aproximar, retribuir os olhares, dizer que estou a fim.
Quando você esta em grupo é tão diferenfe. Até vejo uns olhares discretos, mas normalmente fuma, tem atitudes tão sem noção, fala besteiras, fala intimidades, é tão moleque, não faz meu tipo. E ainda tem aquelas duas. Porque é tão diferente?
E aí veio a quinta-feira e passamos juntos aquele sufoco. Já saí do trabalho nervosa, apreensiva, doida para ver minha mãe, dar um abraço nela. Minha vontade de chegar logo em casa me fez pegar aquela van, com aquele motorista com o qual nunca ando, e você estava lá.
Tive muito medo, acho que nunca senti nada igual, achei que não fosse sair dali, que não poderia ver meus pais e meus sobrinhos novamente. Estava nervosa, desesperada, não tenho estrutura, sou fraca, chorona, chorava horrores e você ali tentando amenizar a situação, tentando me acalmar, me fazendo carinho no braço, até me fez rir, me senti protegida, amparada...
A água começou a baixar, eu quis descer e sair daquela van. Já não aguentava mais e você resolveu vir junto. Você tão atencioso, até estendeu a mão para caminharmos juntos, mas fiquei sem jeito e fingi que não vi. Mas caminhamos lado a lado.
Meu telefone toca e, mesmo sendo estranho dizer isso, parece que o encanto se quebrou ali, naquele toque. Era minha irmã que tinha ido me buscar. Ela disse que já estava na rua e que não poderia te dar carona, porque o carro estava cheio de tralhas. Me vi obrigada a dizer pra você que não ia seguir em frente, que ia ficar ali esperando por ela. Sei que você não gostou, que ficou chateado, mas não tive culpa.
Não te reconheci. Nem se despediu de mim, nem fez questão de me fazer companhia enquanto esperava por ela, me deixou ali aquela hora da noite sozinha, acelerou o passo e se foi.
Você que estava tão preocupado, no início, quando cogitávamos sair da van com toda aquela água, com o terno e com o sapato, deve ter me odiado, já que se molhou por mim e pra nada.
Me senti mal, muito mal.... Mas consegui entender a sua reação. Acho que não teria feito diferente no seu lugar.
Queria ter te agradecido o apoio, a atenção, o zelo e ter te pedido desculpa, mas não tive a oportunidade. Ficou para o dia seguinte.
Na sexta, como queria falar com você, fiz questão de pegar o ônibus no seu horário e lá estava você, lindo como sempre, mas você passou por mim e fingiu que não me viu. Impressão minha? Fiquei arrasada! Mas não desanimei, afinal desceríamos no mesmo ponto e nem que fosse no meio da rua, você ia me ouvir.
Você desceu dois pontos antes. Como? Porque? Justo hoje que queria tanto falar com você?
Passei toda a sexta com o coração acelerado, rezando para dar seis horas e te ver no ponto da van. Estava tão apreensiva que recorri ao livreto Minutos de Sabdoria e veja o que saiu.
Fiquei mais animada, mas ainda tinha que falar com você, mas você não apareceu no ponto da van.
Agora estou aqui. Rezando para o final de semana e o feriado de segunda passar logo e poder te ver. Só não sei se devo voltar nesse assunto depois de passado tanto tempo. Mas não falar também chega a ser falta de educação.
O pior mesmo é essa situação mal resolvida, pelo menos para mim. Nem eu estou me entendo, como posso te entender? E isso não vai mudar porque sei que não vou conseguir me abrir, abrir meu coração... Mas porque você também não pode ser mais objetivo? Facilitaria tanto as coisas. Talvez seja melhor te esquecer, só não sei como. Quero tanto viver essa história. Bem que meu coração e minha cabeça poderiam se entender né...